terça-feira, 5 de julho de 2011

Conselho Útil: Feche a Boca e Abra os Braços



É muito complicado dar conselhos, pois ao mesmo tempo em que se deseja ajudar, a gente acaba se intrometendo onde não foi chamado. Então vou avisar antes: este post contém um conselho que pode lhe ser muito útil. Leia-o com atenção e tente praticá-lo. Não é fácil, mas acho que vale a pena tentar.





Trechos de um texto sensacional que recebi por e-mail da amiga Anamaria. Não sei quem o escreveu, mas este texto me mostra exatamente a maneira como eu gostaria de agir em relação aos meus filhos.



 "Quando uma criança  está em apuros, feche a boca e abra os braços." Tentei  seguir o mesmo conselho de minha mãe  na criação de meus filhos. Tendo tido cinco filhos em  seis anos, é claro que nem sempre conseguia. Tenho uma boca enorme e uma  paciência minúscula.

Lembro-me de quando Kim, a mais velha, estava  com quatro anos e derrubou o abajur de seu quarto. Depois de me certificar de que não estava machucada, pensei sobre aquele abajur ser uma antiguidade, sobre
estar em nossa família há três  gerações, sobre ela precisar ter mais cuidado e como foi que aquilo tinha acontecido - e só então percebi o pavor estampado em seu rosto. Os olhos estavam arregalados, o lábio tremia.

Então me lembrei das  palavras de minha mãe. Parei no meio da frase e abri os braços. Kim  correu para eles dizendo: - Desculpa... Desculpa - repetia, entre soluços. Nos sentamos em sua cama, abraçadas, nos embalando. Eu me  sentia péssima por tê-la assustado e por fazê-la crer, até mesmo por um  segundo, que aquele abajur era mais valioso para mim do que ela.

-   Eu também sinto muito, Kim - disse quando ela se acalmou o bastante para  conseguir me ouvir. Gente é mais importante do que abajures. Ainda bem que você não se cortou. Felizmente, ela me perdoou.

O incidente do abajur não deixou marcas perenes. Mas o episódio me ensinou que é  melhor segurar a língua do que tentar voltar atrás após um momento de  fúria, medo, desapontamento ou frustração.

(...)

É impressionante como a gente acaba sabendo muito mais da história e da motivação atrás dela, quando está abraçando uma criança, mesmo uma criança num corpo adulto. Quando eu segurava a língua,  acabava ouvindo meus filhos falarem de seus medos, de sua raiva, de  culpas e arrependimentos. Não ficavam na defensiva porque eu não os estava acusando de coisa alguma. Podiam admitir que estavam errados sabendo que eram amados, contudo. 

Dava para trabalharmos com "o que você acha que devemos fazer agora", em vez de ficarmos presos a "como foi que a gente veio parar aqui?"

Meus filhos hoje estão crescidos, a maioria já constituiu a própria família. Um deles veio me ver há alguns meses e disse "Mãe, cometi uma idiotice..." Depois de um  abraço, nos sentamos à mesa da cozinha.


Escutei e me limitei a  assentir com a cabeça durante quase uma hora enquanto aquela criança maravilhosa passava o seu problema por uma peneira. Quando nos  levantamos, recebi um abraço de urso que quase esmagou os meus pulmões.

- Obrigado, mãe. Sabia que você me ajudaria a resolver isto...

É  incrível como pareço inteligente quando fecho a boca e abro os  braços".




ATUALIZANDO




Graças ao comentário da @IaraPoesia, localizei a autora do texto: Diane C. Perrone, livro Histórias para aquecer o coração das mães.






Minha opinião:
A gente tende a repetir modelos que viu ou viveu. Eu trago comigo péssimos exemplos que vi de intolerância, mas também outros bons, e é nestes que eu prefiro me apegar. Esse texto mostra como eu estou longe do modelo que eu mesma considero ideal e ele me puxa para tentar de novo. Obrigada pelos comentários!



Comentário da Fernanda Marinho: 


"Você não imagina a valia que teve este post. Durante toda minha infância sempre aprendi as lições com intolerância. Não culpo minha mãe, pois ela também foi educada desta forma. Meu pai sempre omisso e até se fazia imperceptível. Sua participação positiva como pai foi financeira tão somente. Minha mãe, seja pela grande responsabilidade, seja pela visão de mundo que tem, sempre questiona as coisas erradas e procura um culpado, e seja por bem ou por mal me espelho nela. Há algum tempo que procuro explicações pelos meus comportamentos diante do mundo. Peço a Deus sempre em minhas orações mais TOLERÂNCIA. Este texto era tudo o que precisava ler, refletir e aplicar. Espero ser a partir de agora uma mãe mais tolerante e amiga."





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38 comentários:

Ana Paula Santiago (inventandocasa.blogspot.com) postou o comentário número:

AMeiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!
Que lição! Eu mesma perco muito a paciência, quando estou sozinha e tenho que dar conta de mil coisas e deles,os filhos, às vezes a intolerância fala mais alto, vou lembrar deste texto, quero guardálo no coração numa prateleira de fácil acesso. Para sempre que precisar, RECORDAR.
Obrigada Fernanda, por compartilhar mais uma lição. Bjs

Neli Rodrigues postou o comentário número:

Obrigada pelo conselho!
O difícil é mudarmos nosso referencial, ainda mais com a criação que tive, mas pelo menos o abraço dou TODOS os dias nos meus filhos, só falta fechar mais a boca,rsrs.
Bjs♥

Mara postou o comentário número:

e provavelmente este conselho valha para quase tudo na vida...

Iara postou o comentário número:

Oi Fe, lembra esses dias quando escrevi um comentário no blog do dia das mães dizendo que havia lido tal coisa num livro mas não lembrava em qual?
Pois é, agora eu lembro, o que escrevi e este texto que recebeste da tua amiga foram publicados neste livro aqui. "Histórias para aquecer o coração das mães" de Jack Canfield.
Tem vários livros neste estilo, Para aquecer o coração dos Pais, das Mulheres, dos Adolescentes. Trazem histórias lindas, relatos reais que o autor foi juntando e com eles fazendo esses livros.
Tinha todos eles, mas depois aquela história, empresta pra um, depois pra outro, perdi vários. Mas vale a pena. Custam R$ 12,90 no site das lojas americanas. Dá uma olhada, tenho certeza que vais gostar. Li este texto há muito tempo e acredite até hoje coloco em uso. O resultado, sempre é maravilhoso.

Karen, viagens e outras coisitas más ... postou o comentário número:

Lindo depoimento. As vezes sou muito estourada e percebo que quando ajo com o coração e abro os bracos, a coisa muda.

Adriana Moreira postou o comentário número:

Lindo...
Deixou-me com lágrimas nos olhos e com uma grande interrogação no coração: será que eu sou capaz de amar meus filhos assim? será que sou capaz de amar as pessoas que estão tão perto, à minha volta assim? Será que estou disposta a isso, mesmo que aparentemente eu perca a "razão"? E que razão estará acima do meu amor pelos meus?

Obrigada pela reflexão!

Beijão,

Drica.

Uma parte de mim postou o comentário número:

Amei! tenho 3 "meninos" de 6,3 e 9 meses e confesso que várias vezes perdi a paciência ñ batendo mais gritando.Quando criança sempre apanhava e levei comigo isso de quando tivesse meus filhos, bater ñ seria a solução.
Agora vejo que preciso contar até 3 e abrir os braços para ouvi-los!! bjo.

Telma Maciel postou o comentário número:

Nossa... eu queria praticar mais a minha paciência como no exemplo desse texto. Muitas coisas q preciso aprender! Todas as vezes q eu simplesmente abracei a Sofia depois de um erro dela foi mto mais fácil do q nas vezes em q perdi a paciência e briguei, pq depois disso minha cabeça pesa demais... por saber q não precisava ser assim.
Adorei o texto!
Beijo

Márcia (www.sutiadeorelha.blogspot.com) postou o comentário número:

Sensacional. Tenho dois meninos pequenos de 3 e 5 anos e infelizmente ou felizmente aprendemos juntos durante todo esse proccesso difícil que é educar!
Amo meus filhos, sou super presente, me desdobro entre eles e o trabalho, mas sei que muitas vezes, mesmo com a intenção de acertar, acabo errando.

Amei o texto.


Bjs
Márcia (Sutiã de Orelha)
@marcia2311

Kinha postou o comentário número:

Preciso adotar urgentemente esse hábito. Sou a própria imagem da mãe resmungona e não estou me sentindo bem com isso...
:/

Clara postou o comentário número:

Isso é verdade. Mas somos humanas e tem dia que extrapolamos. Mas isso é só de vez em quando. Não é à toa que temos dois ouvidos e uma boca.
Beijos.

Lia postou o comentário número:

Obrigada por me lembrar do esqueço às vezes!

Paula...(Cotidiano de uma Amig@) postou o comentário número:

Me veio lágrimas aos olhos. Bem profundo e edificador. Já que temos a oportunidade de ouvir...porque não mudar?!


Beijo

Beatriz postou o comentário número:

Que mensagem linda!
Eu costumo dizer que tenho duas levas de filhos. A primeira "leva" já tem sua própria vida e suas famílias formadas, e não tinha a paciência que tenho hoje. Acredito que a maturidade trás grandes beneficio, mas gostaria de ter tido o mesmo exemplo que ela teve, pois não teria cometido os erros que cometi antes.
Amei você ter publicado esta postagem.
bjs

Clau Finotti postou o comentário número:

Oi Fernanda!

Sou pilhadíssima, paciência em nível baixíssimo. Tenho q aprender a calar mais e ouvir melhor, ô se tenho!

Obrigada por compartilhar esse texto simples e verdadeiro.

Clau

Angelita postou o comentário número:

Fernanda não sabe como esse conselho veio na hora certa,tenho pouquíssima pasciência,mas sempre prefiro gritar ,xingar enfim explodir do que bater,mas às vezes as palavras machucam mais que um tapa não é mesmo!?Adorei seu post e com certeza antes de abrir a boca a partir de hoje vou lembrar de abrir os braços!BJUS,querida estou te seguindo faz um tempo sempre venho dar uma lida no seu cantinho,mas hoje foi especial.
www.maeemulheraomesmotempo.blogspot.com

Lufe postou o comentário número:

Só posso dizer: sensacional!!!!!
E quanta verdade há nessas palavras....

bjo

Adelaide Araçai postou o comentário número:

Sabe que com minha filha aprendi a escutar...antes eu falava mais do que escutava, ouvia, mais não escutava....o fato de quando ela chega e me olha com carinha de cachorrinho perdido e eu largar tudo para abraça-la...me rende tarde de pura cumplicidade, ela me conta o seu dia, suas duvidas e também seus erros, e eu tenho que morder a lingua para não dizer: No meu tempo...
E sabe quem está ganhando com isso?
Eu. Pois temos uma cumplicidade única. Sei temos brigas e peleias constantes mas são de coisas como, secar a louça na hora que tem que ser e não quando ela quer...rsrs Tomar banhos mais curtos para economizar agua (pois eu sei que um dia vai acabar) Mais 90% do tempo somos amigas de longos abraços.
Tudo isso para dizer que adorei o texto....rsrs
Muita luz e paz
Abraços

Graciane Ivanow postou o comentário número:

Nossa, Fernanda, este texto veio em perfeita hora, sabe? Estou praticamente sem faxineira (ela vem quando quer...), então, tenho que dar conta da casa, da filha, do escritório, do marido, da comida, da roupa... ou seja, nesses últimos dias estou meio que pirando e minhas forças estão baixas, hoje mesmo achei que não conseguiria nem ir trabalhar de tão cansada, mas fui. E dei conta. Essa semana entro de férias e quero aproveitar a minha filha e também descansar, cuidar de mim também. Com isso tudo acabo descontando na minha filha. Fiquei até com lágrimas nos olhos, pois sei que não estou me dedicando tanto quanto eu gostaria, mas é sempre bom ouvir conselhos, afinal, sempre é tempo para mudar, para aprender.
Obrigada!

sandra postou o comentário número:

Amei!!! tendo uma menina de 6 anos e outra de 5, é muito difícil não perder a calma! com filhos a gente aprende diariamente.Toda vez que eu for perder a paciência e brigar com elas, vou me recordar deste texto.Beijos!

Dona Amélia postou o comentário número:

É a segunda vez que vou dizer isso hoje e não acredito em acasos: se algum dia eu vier a ser mãe quero muito ser como vc e a Lola, pois as admiro muito como pessoa e mais ainda pelas mães que são!
E sempre tento prestar muita atenção ao que estou prestes a falar pra alguém, porque sei bem o quanto palavra é vida e tem poder!

Obrigada por mais essa lição, minha AMIGA!

Mega xêros
Paty

Minéia Pacheco postou o comentário número:

Olá Fernanda,

Nossa...Um conselho e TANTO!!
O que muitos pais precisam ouvir!!
Tudo de resolve com calma e com um forte abraço... Tenho dois livros dessa série, mas não tenho o para aquecer o coração das mães, vou providênciar agora mesmo!!! =D

Amei a postagem de hoje!!!

Beijinhos...

Angelita postou o comentário número:

Oi querida adorei seu comentário e adorei mais ainda vc estar seguindo o meu cantinho,sempre quis que vc fosse minha seguidora.BJUS! E seja bem vinda!

Mariane Prospero Polins postou o comentário número:

Ai que fofo! Verdade, faço isso com minha pequena porque no fundo parece que as crianças entendem mais e se arrependem mais do que os adultos, incrível, mas é so com ela que faço assim!

Márcia[madamexereta] postou o comentário número:

Obrigada pela dica valiosa.É para se pensar seriamente!Beijo!

Renata postou o comentário número:

Oi Fer!
Não tenho filhos, mas creio que esse conselho deve valer para tudo.
Eu tento, ou melhor estou tentando falar menos e ter mais paciência...às vezes eu consigo, mas acho péssimo quando me deixo "estourar", quase sempre vem o pensamento: devia ter ficado quieta,
Obrigado pelo texto e pela lembrança.
Beijos, Renata
palpitandoemtudo

Fernanda Marinho postou o comentário número:

Você não imagina a valia que teve este post. Durante toda minha infância sempre aprendi as lições com intolerância. Não culpo minha mãe, pois ela também foi educada desta forma. Meu pai sempre omisso e até se fazia imperceptível. Sua participação positiva como pai foi financeira tão somente. Minha mãe, seja pela grande responsabilidade, seja pela visão de mundo que tem, sempre questiona as coisas erradas e procura um culpado, e seja por bem ou por mal me espelho nela. Há algum tempo que procuro explicações pelos meus comportamentos diante do mundo. Peço a Deus sempre em minhas orações mais TOLERÂNCIA. Este texto era tudo o que precisava ler, refletir e aplicar. Espero ser a partir de agora uma mãe mais tolerante e amiga.
Bjs.

Ki postou o comentário número:

Nossa estou sem palavras.
Não tenho filhos, mas me tocou fundo no coração esse conselho.
Vou tentar incluir mais esse mantra na minha vida: "Fecha a boca e abra os braços".
Obrigada!
Bjos

CEM PALAVRAS postou o comentário número:

Que lindo! Que lição tão forte e escrita de maneira suave.
Pena que a gente só fecha a boca depois de ter dito tanta coisa sem importância.
Juro que vou tentar praticar essa lição.
bjo

A FADA DAS AGULHAS postou o comentário número:

Só posso dizer que adorei!
Simples e verdadeiro!
Beijo!

Simone Souza

Jordana / Gatodesapato.blogspot.com postou o comentário número:

Bom dia querida!!Sim,já me aconteceu as duas situações...em que explodí de fúria e em que respirei e após ver o medo nela abracei e fui amiga. Descobri que ser a melhor amiga dela é a melhor forma de educar,saber o que ela sente e o que acontece.Como disse a Mara,esse conselho serve pra quase tudo na vida.Beijos!

Simone Scharamm postou o comentário número:

Oi, Fernanda,
Esse post me trouxe lembranças de incontáveis vezes em que esqueci de abrir os braços, ocupada em reclamar ou brigar! Puxa!!! caiu como uma luva! Não sei como eu não tinha pensado nisso antes!
Quero agradecer pela oportunidade de refletir, que esse texto me trouxe!
Um beijo!

Débora... postou o comentário número:

Oi Fê....Este post, com esse conselho valioso, com certeza faz a gente repensar nos atos impulsivos, às vezes.
A alguns dias atrás eu parei pra pensar nisso, diante de uma cena em casa.
Meu sobrinho, Pedro, estava brincando com meus filhos, e Diego veio correndo me contar que o primo havia quebrado o aviãozinho. Antes que eu falasse uma palavra sequer, Pedro começou a chorar desesperadamente, e eu tive dificuldade de fazê-lo me ouvir. Ele só dizia que tinha quebrado, e agora? Eu percebi o medo que ele sentiu naquela hora e comecei a pensar no que podemos causar com reações intolerantes diante de um pequeno motivo.
Claro, o aviãozinho era o brinquedo mais novo dos meninos e deu dó, mas que valor tem isso?
O valor é a compreensão e as palavras certas.
Obrigada por trazer tão grandes lições.
Bjsss

Edna Santos postou o comentário número:

Oi Fernanda,

Chorei ao ler este texto. Dia desses tomei um puxão de orelha da minha filhinha com um desenhinho que ela fez pra mim. Eu até postei no blog, porque aquilo me doeu e muito.
E lendo este texto, me dói mais ainda ver que estou muito longe do que quero ser como mãe...
Obrigada pela partilha e pelas palavras que sempre calam ao coração.
Desculpa o jeito do comentário...tô no trabalho-....rsrsrs
bjs
Edna Santos - inquietude total

Cláudia postou o comentário número:

Menina esse blog tá se tornando um manual do bem viver. Sabe aquele livro que te faz bem, com mensagens positivas e necessárias? Que você abre em uma página qualquer, aleatoriamente ? Aqui tá assim. Temos que passar aqui diariamente, porque sabemos que vai ter coisa boa, sempre.
Mais uma vez obrigada.

Sempre fui impaciente, acho que por causa da minha ansiedade e impulsividade.
Já chorei muito por causa disso, impulsividade é tua inimiga, mas essa você pode controlar. Aprendi isso há apenas um ano e dois meses, não tem sido fácil, mas tenho praticado e ás vezes conseguido.

Me emocionei com o texto.

Beijos querida.

Thais Poiani Costa postou o comentário número:

nossa, vc deu esse conselho pra mim né?!!!

é difícil, manter a calma e fácil perder a paciência viu! mas agora, com esse conselho, tudo muda.

bjoconas

Edinete Santos postou o comentário número:

Conselho aceito!
Fernanda, o que falta mais em "nós" mães é exatamente o "abrir os braços". Apesar de sempre tentarmos agir da maneira correta, nem sempre assim fazemos.
Por diversas vezes, esqueci de abrir os braços e apenas escancarei a boca...brigando, reclamando e reclamando até o momento do meu reizinho me dizer: Desculpa mamãe,te amo! E mesmo assim, não entender o medo do meu pequeno filho. Obrigada, pelo post. Tenha certeza que fez com que eu enxergue a minha pessoa de forma diferente, e resgatar aquilo que eu pedia a meus pais e doar ao meu filho. Mais coração e menos razão.

Si postou o comentário número:

Um conselho pra se levar tatuado no braço e ler sempre que precisar. Pra quem é mãe, a cada 15 minutos... Obrigada por compartilhar!
Um abraço, 
Sigried.
Rio de Metal
É Feito com Amor!

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