quarta-feira, 20 de junho de 2012

Desorganização Emocional



Ontem eu fiquei pensando se eu faço tantas coisas durante o meu dia para dar conta do que é preciso ser feito para o bom andamento da casa e da vida, ou se eu faço tantas coisas para preencher um vazio que venho sentindo. 

Minha rotina não me deixa parar. Há uma casa que me exige mil trabalhos,  a vida escolar das crianças, as demandas do blog, que cresce a cada dia. No meio de tudo isso, muitas vezes eu me sinto perdida.

Será que este cansaço veio pela idade, mero desequilíbrio hormonal? Será que veio porque é natural de tempos em tempos? Será que se manifesta porque estou vivendo um período de desorganização emocional? Não sei.

Li em um livro e me identifiquei:

"Não raro me sinto sufocada, afundando em meio a 'to do lists' (listas do que fazer) que ficam na minha agenda e no meu cérebro.Debato-me em meio a 'post-its'colados por toda parte dentro de mim.Em alguns momentos, sinto que preciso parar e relaxar, senão certamente enlouquecerei". pág 37

"Filhos nos amam? Sim. Filhos nos enchem de orgulho? Sim. Entretanto, o que predomina é a convivência diária e desgastante, é o desafio da educação (...). E essa nossa missão não tem a duração de um período de 24 horas por dia." pág 42

"O foco tão grande nos filhos fez com que os pais ficassem na escuridão, tateando seu próprio caminho, em meio a um labirinto. Os filhos na luz e nós... onde estamos mesmo? Os filhos são os protagonistas, e nós viramos meros figurantes. Se nós deixamos de nos VER, como os filhos nos veriam?" pág 108

Postei ontem sobre o encantamento que me causou o livro Mulher Sem Script (leia aqui). Hoje, trouxe alguns trechos que destaquei na releitura. Eu me vi ali em quase todas as páginas e vim compartilhar, porque sei que muitas amigas não têm acesso aos lançamentos nas livrarias em suas cidades.


A autora é Natércia Tiba.
Leia trechos do livro em www.naterciatiba.com.br.


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Repetindo o pedido, pois é importante:


Eu preciso de você para divulgar uma coisa muito séria e que pode mudar a vida de muitas famílias. É uma central de informações sobre AGENESIA DO CORPO CALOSO. Leia a história da Alessandra Rigazzo e divulgue em seu blog, twitter e facebook. Seu pequeno gesto pode tornar mais fácil a vida de uma criança.



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42 comentários:

VIVIANE DELANI postou o comentário número:

Fernanda acho que às vezes a gente tem que colocar na balança e priorizar o que realmente tem valor pra nós. Não adianta fazer um monte de coisas sendo que na verdade não é aquilo que queremos, ou então usamos isso para preencher o vazio que estamos sentindo por falta das pequenas coisas do dia a dia que muita gente não para pra apreciar. Eu sei que temos que trabalhar para dar uma boa qualidade de ensino para nossos filhos e viver uma vida com qualidade também, mas às vezes priorizamos isso e deixamos de lado a convivencia com as pessoas que mais amamos . Estou falando isso por mim e minha familia. Deixamos algo para podermos conviver mais com nossa familia e isso nos trouxe uma enorme felicidade. Tem coisas que não tem preço. Bjokas

Káthia Marchand postou o comentário número:

Oie Fernanda, bom dia amore!

Também fico nessa de pensar sobre o que eu poderia fazer a mais?
Ou no caso, me organizar melhor para otimizar as minhas atividades.

Cheguei a conclusão clara que, não posso!
Eu acumulei muitas coisas a fazer, e com todos os problemas que ando passando, o melhor é não absorver tudo.

Quase férias!
Eu preciso é isso! Uma quase férias, é um descanso de pelo menos 1 semana para dar conta de mim.

E no seu caso, faça o mesmo.
Se puder, quando tiver um tempinho, viaje e procure analisar a Fernanda que atua nesses últimos tempos.

É o que eu estou fazendo agora. Me auto analisando, e depois do último post do meu blog, estou precisando mesmo!!!!!

Um beijo enorme Nanda!!!!

cintia postou o comentário número:

Muito boa a dica do livro...estou em uma fase de leitura de livros de auto ajuda...menina nunca ouvi sobre o corpo caloso...beijos e obrigado por compartailhar

Amélia Calórica postou o comentário número:

Oi Fernanda li seu post de hoje e fiquei pensando no quanto tudo é parecido na vida, vivo momentos assim e sei bem o que é encher o tempo e o dia com coisa para fazer que não acabam mais... Só não me identifiquei quando vc falou do vazio emocional, mas sei bem o que é isso porque já senti muito em várias fases da minha vida como mãe e dona de casa. mas seremos fortes e vamos tirar de letra tudo. Txau Dani

Amélia Calórica postou o comentário número:

Fernanda esqueci de agradecer pela dica do livro acredite já fui 2 vezes na Leitura e não me identifiquei com nenhum livro pois queria algo assim vou procurar para comprar txau Dani

Lúcia Soares postou o comentário número:

Fernanda, estes são eternos questionamentos da mulher que se importa com a casa e a família. Não sei se "se importa" é o termo certo, mas a mulher muito voltada para o lar e os filhos, vivendo em função deles, mesmo que se divirta, se cuide, sempre coloca-os em primeiro lugar, o que não é, de jeito nenhum, o errado. Mas a insatisfação emocional sempre nos acompanha, porque o lar, mesmo sendo nosso melhor lugar, e a família, nossa razão de ser, são personagens fixos de nossas vidas, rotineiros, estafantes, exigentes. Muitas vezes até o "tudo está ótimo comigo e com os meus" nos desestabiliza, porque há sempre perguntas que não serão respondidas senão com o tempo.
Questionar-se é bom, cansar-se e mudar a rotina, eventualmente, é muito melhor.
Beijo!

Vanessa Anacleto postou o comentário número:

Estou pra ler este livro desde que foi sorteado no blog da Sam. Não ganhei o sorteio e coloquei na lista. O problema é que a lista é grannnde. Eu me sinto assim muitas vezes e acho que é por causa do diagnóstico de TDA que ganhei de presente em janeiro. Eu acho que tenho alma de artista, queria viver escrevendo com a casa andando sozinha e o resto, todas as coisas chatas resolvendo sozinhas tb. Ando fazendo um esforço medonho para ser minimamente organizada em casa e no trabalho que tb é em casa. E fiquei pensando...
São tantas as coisas desagradáveis do dia a dia e tão poucas coisas boas. Acho que o mais importante é concentar num sentido para a existência e nunca esquecer de si. Quem tem TDA só quer fazer as coisas boas, as chatas são varridas para debaixo do tapete cerebral. Então comecei a pensar que e preciso fazer um determinado número de coisas chatas no dia para poder curtir as boas. Virei a falta de motivação a meu favor, como um cãozinho que faz as coisas em busca de recompensa. Pelo menos não tomei remédio. Tem dias bons , tem dias ruins em que acabo não dando conta e esquecendo quase tudo. :-)É a vida.

Sa Se Si Só Sun postou o comentário número:

Fernanda eu fiz terapia,análise durante muito, mas muito tempo e o ano passado eu me divorciei literalmente do meu analista.
Eu sou uma hiperativa diagnosticada e sempre eu sentia esse perdido, uma correria, uma pressa, um vazio no final do dia e posso até dizer que as vezes eu escutava EU mma dizer para eu parar de fugir de algo.
Batata, sempre tem algo no inconsciente, camuflado pelo medo ou por covardia que quer sair.Paro tudo, olho para a parede e converso comigo mesmo...falo, choro, dou risada, até eu achar.
No blog qdo eu falo das Pontes de Madison eu descrevo um trecho do filme/livro que descreve muito bem filhos.
Bjssssss

Jana postou o comentário número:

Acho que todos, em determinada época da vida nos sentimos assim... Adorei a dica do livro e admiro muito a história da Alessandra Rigazzo, é uma super mãe.

Bjão!!!!

Aninha postou o comentário número:

Me sinto meio perdida desde que resolvi sair do emprego para ficar mais com minhas filhas, trabalhava em uma creche, trabalhava muito e ganhava muito pouco, resolvi colocar na balança e a alegria de cuidar das minhas crianças da creche não superava a tristeza de ver coisas acontecendo com minhas princesas que nem sempre eu conseguia acompanhar,tenho duas meninas uma tem oito e a outra três, estou contente me dedicando mais a casa, a família, voltei a bordar (ponto cruz) coisa que amo, voltei a costurar, fazer crochê, mas mesmo assim as vezes me sinto inútil, sem trabalhar, depois de tantos anos correndo, estou perdida, mas sinto que logo tudo vai se encaixar, estou tentando me dedicar ao blog que criei a alguns anos, mas só agora está do jeito que eu queria, no meio de tudo isso, ainda tenho uma mudança de casa, Desculpe pela carta, mas queria a algum tempo comentar aqui e agora senti que seria a hora, conheci seu blog através do blog da musa Margaret, e não fico um dia sem ver o blog de vcs, obrigada por compartilhar coisas que todas sentimos, mas as vezes falta coragem de dizer...

Fabiana Tardochi postou o comentário número:

Oi amore!
Gostei da indicação do livro. Vou ver se compro por aqui.
Também estou nessa fase de "desequilíbrio", meio perdida na vida, sem conseguir dar conta de tudo, e arranjando cada vez mais coisas para fazer...rs
Estou lendo um livro que também está me ajudando.
Chama-se "Em busca da alma feminina".
Torci o nariz num primeiro momento, pois foi indicação da minha sogra e está ligado de alguma forma com religião, mas até agora o que li só me fez enxergar e resolver problemas internos...
Adoro este tipo de postagem que tu faz:)
Dá um ânimo e faz a gente enxergar uma luz no fim do túnel, porque vemos que não somos só nós que temos os mesmos problemas.

Um beijo

VERA MORAES postou o comentário número:

Fê tem horas que dá vontade de lagar tudo e sair correndo. A gente acaba assumindo mais do que é capaz de fazer. Vejo por mim que acabei me viciando na internet. Isso rouba muito tempo de nós. Dê umas férias pra vc! Se for preciso, diminua seu tempo para o blog...Suas leitoras não vão deixar de vir aqui....Bjus!

Karina Monteiro postou o comentário número:

Oi querida, ultimamente me sinto assim, estou passando por um problema familiar e as vezes tenho tanta coisa na cabeça que parece que vai dar um piripaque, mas depois respiro, as vezes faço uma oração e tudo volta a funcionar.
Ainda não tenho filhos, mas acredito que tem momentos que as mulheres se sentem esgotadas.
Um grande beijo para você.

Joseane Duarte postou o comentário número:

Fernanda. Acho que toda mulher responsável, como nós, tem "crises existenciais" em periodos onde as exigências ultrapassam as 24 horas do dia. Os conselhos são bons e úteis, mas enquanto mãe, esposa, dona de casa, profissional e em outros papéis haverá sempre uma cobrança pessoal. Boa sorte! Bjs.
www.tudonanecessaire.com

Entrar no Facebook postou o comentário número:

Olá Fernanda,
já estou divulgando no Facebook.
Excelente o post mesmo e obrigado pela dica do livro

Margaret postou o comentário número:

Eu acho que toda pessoa hiperativa (junto ou separado?) precisa disso na vida: atividade constante.
E você embora tenha a aparencia de uma mulher calminha sei que não gosta de ficar no ócio.
Sentir vazio as vezes é super normal e principalmente quando estamos fazendo as coisas mais por obrigação. O prazer vai embora e da lugar pro vazio.
E tem outra coisa: você é uma pessoa que vive muito para ajudar o proximo e com isto pode estar esquecendo um pouquinho de voce. Pense nisso...
Mas com vazio ou sem vazio eu te adoro...
beijocas

Ana Cristina postou o comentário número:

Oi, Fernanda!
Com relação ao texto das Longas colheres deve ser o mesmo sim, ele coloca que as pessoas tiveram que alimentar umas as outras para poderem se alimentar a si próprios!
Um grande abraço
Ana Cristina

Cláudia postou o comentário número:

Fernanda, boa noite

Página 37, tudo a ver comigo.

São tantas e tantas responsabilidades que me deixam tantã.

Acho que às vezes a gente tem que parar, chacoalhar a cabeça pra ver se tudo volta pro lugar.

Muitas vezes a gente sente um vazio e não sabe nem do quê. E tenta preencher com coisas que a gente acha legal. Mas depois de um tempo este vazio volta.

Acredito que o vazio venha por excesso de responsabilidade. Será que a gente não está gastando muito tempo fazendo coisas que realmente não gostaria de fazer, e sobrando pouco tempo pra fazer o que realmente queremos?

Não sei se ficou confuso.


Estou me sentindo assim. Dias desses falei pro meu marido: Amo vocês (ele, filho, dois cachorros e um hamster), mas sabe onde eu gostaria de estar agora? Numa casinha, no alto de uma montanha, sozinha, para colocar a cabeça no lugar.

Porque não é mole não.

Mas, enquanto não vou pra essa casinha ...

beijos

Diacuy postou o comentário número:

Fernanda, ahhh Fernanda se vc soubesse como tem sido meus dias e como sinto culpa de querer mais tempo pra mim. Tempo para ir ao cinema, tempo para ouvir o silêncio, sem que ninguém me pergunte: - Onde está? Como faz? Quanto falta?
Tempo sem ter que responder pergunta alguma, sem ter que "relaxar" me preocupando com o passo seguinte.
Tempo, vácuo, nada, psiiii, não diga nada, pare, não pense, não faça absolutamente nada, escutando o silêncio, o barulho do mundo....

Maria José Brum postou o comentário número:

Oi Fernanda,
Fazia tempo que não passava por aqui, nem da blogagem eu consigo participar mais. E, agora, li no meu e-mail teu post, vim correndo comentar.
Eu também estou numa fase muuuuito difícil, meu filho está com 12 anos, "se achando", todos os dias brigas por causa dos estudos, do computador, da atividade física... eu querendo participar de feiras que estão acontecendo por aqui, precisando divulgar mais o que faço (patchwork) e, ainda sem marido, companheiro, cacho... Sou eu para tudo, estou cansada...

Mas não desanima não, tu és jovem, tem uma família linda, tudo vai dar certo.

Depois vou ver a mate´ria da Rigazzo.

Bjs
Mana

Clara postou o comentário número:

Oi, Fernanda...

Eu sou uma que não tenho acesso a livros como esse, por isso agradeço ter tocado nesse assunto.
Eu digo que me anulei por conta dos filhos, mas tantas coisas aconteceram, entre elas,depressão por anos e anos, síndrome do pânico e descaso de família. Me vi sozinha...
Bem, isso não vem ao caso agora...
Engraçado que a gente faz tudo por eles e pra eles, e qdo não é feito, dão um jeitinho de jogar na nossa cara que não fizemos...
Isso é muito triste e tem que ser pensado sim e tomado uma atitude.
Hoje não me importo mais o que falam ou não de mim. Se quero fazer, eu faço, se não, que se virem, já que são adolescentes.
Mas dói muito, e talvez eu até tenha feito o mesmo com minha mãe, a gente se desdobrar tentando poupá-los de algum desconforto e no fim, sempre há reclamação.
Um dia meu filho conversando com um amigo disse que às vezes sou chata.
E eu só olhei pra ele e disse que estou farta de filho também, que trata a gente como empregada. Bem, ele se calou, mas isso não foi uma briga, falamos tudo em tom de brincadeira, como é o clima aqui em casa. Mas certas coisas doem...
É como se não tivéssemos direito de querermos algo, de sermos algo, de mudar algo, de sermos felizes, de recomeçar de novo....
Talvez isso seja até culpa minha mesmo que sempre me viram só trabalhando, trabalhando e trabalhando...
Será que existe algum modo de eu querer ser feliz e ser feliz sem que eles fiquem me julgando?
Implicam até pelo fato que eu fico no computador "o dia todo". Mas eles me veem só qdo realmente eu estou no computador, que é à noite. Mas o que eu faço o dia todo, nem percebem...
Será que filho é tudo igual?

Beijos

Jac Mon postou o comentário número:

Fernanda,
acho que toda mulher passa por períodos assim na vida, é normal.
Chega uma época em que tudo o que fazemos, ou a maioria das coisas, é em função dos filhos: o filme no cinema que eles querem ver, a comida do restaurante que eles gostam, lugares que eles curtem, passeios que eles se divertem e por aí vai.
O nosso lado racional tenta dizer:"O que importa é vê-los felizes" porque no fundo essa foi uma opção feita a muito tempo quando nos tornamos esposas, donas de casa e mães (não necessariamente nesta ordem).
Eu já tenho filhos maiores, universitários, e te falo que não devemos viver exclusivamente a vida deles porque chega uma hora que a nossa presença já não é tão relevante. eles saem se virar e até gostam de suas experiências de independência.
Como diz o trecho do livro "Os filhos são os protagonistas, e nós viramos meros figurantes. Se nós deixamos de nos VER, como os filhos nos veriam?"
Precisamos resgatar coisas que gostávamos de fazer antes deles nascerem,ver coisas legais, frequentar lugares bacanas, sair sozinha, criar um tempo exclusivo pra nós mesmas sem culpa, porque é bom, saudável e traz contentamento.
O resultado é que quando estamos de bem com a vida tudo ao nosso redor se renova, novos assuntos brotam, as conversas se diversificam, as coias melhoram.
Acho que falei muito né? Acredite que é uma fase masss saia logo dela tá?!
Beijão

Mary postou o comentário número:

Olá Fernanda!!!
Como faço para participar da blogagem coletiva?

Foi a Clarice que me indicou, do "Simples e Clara"

Fico no aguardo, para instruções se me aceitar é claro...

http://fiquesempremaislinda.blogspot.com.br/

http://meusdotes.blogspot.com.br/



Deus abençoe!!!
♥ Mary ♥

Iara postou o comentário número:

Fe, nem vou dizer mito.Esse assunto pede refelexão o e teno fugido dela;
beijos

Monalise Nogueira postou o comentário número:

Dar conta de tudo é impossível, sempre alguma coisa fica pra trás, seja filhos, seja casa, seja o amor.
O bom é que nós mulheres, vivemos de fases, e na maioria das vezes, podemos ser melhores em uns segmentos do que em outros.
Semana passada, enquanto Lia o Livro da Danuza, senti que eu sou muito controladora!Mania de dificultar a vida com a organização,senti isso, quero tudo organizado, do meu jeito e acabo fazendo com que as pessoas se afastem de mim, revi meus conceitos e essa semana já fiz algumas mudanças e obtive alguns resultados. Como toda mudança gera um desconforto no inicio, ainda não me adaptei, mas quando tenho um objetivo eu consigo ser bem determinada! Gostei do livro, vou procurar aqui em SP. Aliás, adoro teu blog e me identifico com tudo por aqui.

Ju Ramalho postou o comentário número:

Fernanda,


Eu não sou mãe,e se assim fosse não daria conta de tudo o que tenho feito desde os tempos passados antes de eu virar sabática por um tempo determinado que já está acabando graças... é muito bom ficar em casa e desfrutar porém não é o meu perfil e se fosse mãe eu teria que ter como muitas que trabalham fora, estudam e o etc e tal jogo de cintura e auxílio para tanto. Sou sozinha, então teria que ter apoio em casa... eu e marido já chegamos nessa questão... se um dia adotarmos...já sabemos o esquema que teremos... por isso ainda não estamos dispostos.... não damos conta de tudo e nem de nós.

Admiro muito quem consegue... e eu sou uma pessoa que me cobro o tempo todo, e me sentiria super culpada, sei que é errado, mas eu me sentiria, dai a analise ajudaria claro... já que faço rss

Mas penso que não devemos querer dar conta de tudo, podemos nos organizar e otimizar o tempo de forma para que todos saiam sáudaveis nesse corre corre diário.

Eu nunca desde que me conheço pude ter o prazer de ver TV, ter tempo pra ver séries, fazer cursos de arte... tem gente que acha que fico ai de boa, nada, trabalhei como uma condenada todo esse tempo e agora me dispus me cuidar. Tem gente que se acha superior outros inferior depende da ótica, eu nem ligo mais,

Acho que bom senso é o que toda mulher deve usar, e é uma delicia poder ter tempo pra familia, poder passear, conversar, ou ficar juntinhos na sala... o tempo passa tão rápido e momentos preciosos voam...

Eu desligo quando Ale aqui está minha prioridade é meu bem estar... e quando voltar a trabalhar - estudo vou optar pelo que me faz bem, ajuda em casa extra e o resto aproveitar... mesmo que eu apareça menos nas redes socias... o bom é estarmos bem com a gente... e tem coisas que não tem preço... é naquele momento... que alguém te chama mãe, mulher....que se nos faz bem porque não apreciar?

Porém eu sou libertária né, sempre gostei de sair sozinha, fazer minhas coisas e ter tempo pra mim, meu marido respeita e apóia...eu NECESSITO ficar comigo e fazer minhas coisas não é egoísmo é manutenção da minha mente e do meu querer... minha vida não gira ao redor do outro ou de outras coisas hoje... dai espero voltar pro ufa! e vamos na lida!

O bom é apagar, sumir de tudo, já li sobre isso várias vezes e concordo que desconectar é bom e saudável... e não digo só de tecnologia mas de tudo.. eu desligo cel, tel, interfone... fim de semana com marido se não programaos algo com outro casal é só nós! passeamos e renovamos nosso bem querer e se tivesse filho seria assim só nós. bjks adorei ler os diferentes pensares de pessoas com vidas diversas como todas nós!

Bjks

Mirys + Guigo + Nina postou o comentário número:

Ai, Fê... sei exatamente do que você está falando! Você bem sabe da minha história e pode imaginar a minha coleção de post-its internos, nos últimos dois anos, pra dar conta de ser mãe / pai / única provedora / professora particular / motorista / organizadora / dona da casa / etc e tal. E AINDA TER TEMPO PRA SER EU MESMA (se bem que, quando você é viúva, você NÃO QUER ser você mesma por uns tempos...).

Deixei o tempo passar, fiz as coisas devagarinho, se não dava pra fazer tudo eu jogava alguns post-its fora! Sem dó! Deu certo pra mim... Tenta aí!

Bjos e bençãos.
Mirys
www.diariodos3mosqueteiros.blogspot.com

PS: encontrei um post sobre uma unha liiiiiiiiiiinda que talvez eu faça em breve... vê se te inspira! http://www.ciate.co.uk/caviar-manicure-how-to-apply
E que tal uma BC sobre esmaltes e atrevimento???? POrque eu bem que podia fazer uma unha dessas num momento desses! Ou "esmaltes e glamour"... já pensou???

****Leda**** postou o comentário número:

oi... eu tbm tenho muito trabalho e dou muita atenção para minha filha mas sempre acho que poderia fazer melhor e assim não sobra tempo pra mim... a vida é complicada né??? bjs

Cristin postou o comentário número:

Achei interessante demais este post!
Postei no facebook!
Acredito que muitas vezes chegamos a uma pergunta....Acabou o chocolate, agora chupo o papel?
Quero ler o livro.
Bj bonita

otilia cristina postou o comentário número:

Me sinto assim e me identifiquei tanto nessas palavras que fiquei boba.
Nossa como é assim mesmo que me sinto ..Esta semana fiquei sem trabalho e estou em casa resolvi me dar esse mes de julho todo de presente pra ver se eu melhoro.
Meus filhos ja estão grandes e continuam sendo protagonsitas da minha vida.Eu não me acho mais me perdi de mim e nao consigo achar o que me da felicidade a mim não as pessoas que convivo
Estou tão triste de tão melancolica em relação aos meus sonhos minha vida o que deixei de fazer que preciso ler esse livro e entender que isso nao se passa somente comigo.
Por vezes penso que acabou o meu tempo aqui .. acho o mundo feio sem graça e não tenho mesmo força física para reagir tenho que esperar passar essa fase diz minha amiga médica. Mas é dolorosa demais

beijos

lindo seu post
meu ajudou muito

Otilia

She postou o comentário número:

Oi Fê, não estou no meu melhor momento de inteligência e equilíbrio emocional para te dar força e te dizer palavras de apoio, mas o que posso dizer é que "isso também passa!" Espero que passe pra mim também porque o que eu queria mesmo era sair correndo da vida e começar tudo de novo no planeta Marte, talvez lá eu fosse mais feliz, sei lá...
Fique bem! ;)
Beijo, beijo!
She

Luciana Aragão postou o comentário número:

Fer os temas das blogagens estão boas!! Eu estarei viajando nesta época não sei se viu no face...estarei por ae!...como vc diz, e não sei se acessarei a net ( não sei se terei tempo na verdade kkkk) se meu blog não estivesse com problemas de postagem programada eu não pensaria duas vezes.
Bons festejos juninos é o que desejamos nesta época aqui!!

beijos

Grazi postou o comentário número:

Fernanda, gostaria muito de poder participar da blogagem coletiva dos esmaltes, como faço?

Elaine Gaspareto postou o comentário número:

Fernanda,
Ando vivendo isso de certa forma, uma agitação externa, mil coisas na agenda e outras mil no cérebro. Quase não consigo descansar, deito e as ideias agitadas não dão descanso.
Lendo seu texto me ocorreu que talvez esteja vivendo mesmo um desequilibrio, meio físico, mei emocional. Ruim.
E isso gera cansaço, daí a gente tem mesmo essa sensação de vazio.
Bom ler isso, me senti mesmo sozinha, mais normalzinha rsrsrs
Bora fundar um clube? rsrsrs
Beijosss, e plagiando a Margareth: te amo mesmo assim, talvez até mais por te sentir tão humana...

rose rosario postou o comentário número:

Fernanda,já vivi e sofri mtas situações,viúva com duas filhas menores,sempre trabalhando e algumas vezes pensando em desistir,mas hj,aposentada,com duas netas e duas filhas responsáveis,trabalhadoras e do bem,penso que não devemos desistir do que nos faz bem e do que permitirá o melhor para o futuro de nossos filhos,que afinal,são o que importa.Desanimar e sentir fraqueza,faz parte do ser humano batalhador e o melhor é acordar sempre com disposição,msm com todas as dificuldades e lembro sempre que o tempo livre deve ser usado para ser e fazer a família feliz.Tudo passa e é mto bom pensar e viver o que se fez valer a pena.

Claudia Yamauti postou o comentário número:

Fernanda, minha linda....
Você é deste mundo então? Achei que você viesse de Vênus, Marte, Urano...rsrs
Minha amada, pras pessoas que fazem 1/100000 do que você faz já é normal se sentir assim, imagine você!
Invejo você (brancamente), penso: Queria ser como Fernanda Reali, pensar e fazer, planejar e agir, porque minha cabeça é um turbilhão de ideias, pensamentos, objetivos e sonhos, mas lido muito mal para priorizá-los e TUDO, absolutamente tudo acaba vindo antes..Me ensina?
Todo vez que abro minha caixa de e-mails, tá lá FERNANDA REALI...penso: a danada não pára, porque facebook, pinterest, twitter é fácil bater ponto, mas postar? Não é pra qualquer uma não!
Mas Ó...eu ainda fico igual a VOCÊ! E serei FELIZ, BEM FELIZ!
Te adoro!

Elaine postou o comentário número:

Oi Fernanda, tenho acompanhado teu blog, calada, mas ultimamente vejo minha vida em teus posts, e hoje assim como você disse me enquadrei direitinho nessas palavras do livro, e resolvi comentar, pois mulheres como você, Margaret, são mesmo inspiradoras, amo vocês, e não imagino meus dias sem passar para vistá-las,obrigada pela dica, vou procurar esse livro!
Bjos, e tenha um fim de semana abençado!

Fernanda postou o comentário número:

Fernanda.
Parei, parei de me questionar tanto, poooo acham que sou super mulher?O pior que a culpa é minha sempre assumi tudo e sempre resolvi tudo(ou quase),e quando consegui acha que recebemos palmas?Mas pode crer, que quando algo da errado as vaias aparecem meu bem, cansei de querer ser super, mas sempre pensar que falta algo... o que falta?Olhar mais pra mim e relaxar, amiga fiz um post falando nisso, as vezes precisamos ser chacoalhadas e ver o que realmente esta faltando...ou quem sabe até sobrando.Obrigada por dividir isso.

beijokas lindona

Fer

Rogéria Ferreira Thompson postou o comentário número:

Achei esse post agora, estou no meio ainda de uma desorganização emocional que se reflete na desorganização da minha casa... tenho preenchido meus dias, meus horários e meus pensamentos pensando que assim eu possa ficar melhor! Achei o livro bem interessante! Grande bj!!!

Chris Ferreira postou o comentário número:

Oi Fernanda, eu já queria ler esse livro. Agora, depois dos trecho citados e do seu post fiquei com mais vontade ainda. Realmente, algumas vezes esse excesso de atividades e compromisso que nos impomos podem vir para não nos organizarmos por dentro, afinal a organização externa é mais fácil de ser obtida além de ser observada pelos outros.
beijos
Chris
Inventando com a Mamãe

Silma Matos postou o comentário número:

Fiquei mega interessada em ler o livro, só de ler esses trechos já me encontrei nas palavras. Acho que já está passando da hora de retomar a leitura.
Bjs

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