quarta-feira, 10 de abril de 2013

É a sua avó! Conte aqui a sua história



Uma moça morena, de trinta e poucos anos, tem filhos pequenos, e se torna avó. Outra moça, loira e sexy, poderia estar numa capa de revista, mas está fazendo a netinha dormir. Eu conheço essas duas moças que são as avós mais corujas do planeta. Fiquei surpresa ao conhecer as histórias delas, e vou pedir que relatem aqui no blog como isso aconteceu. Será que elas vão aceitar?

Neste ano, para celebrar o Dia das Mães na visão não comercial, quero publicar textos sobre AVÓS. Você quer contar sua história (sendo avó ou sendo neta)?


"Dia das Mães na visão não comercial" foi uma série de textos que publiquei sobre MATERNIDADE, contando fatos da vida de amigas blogueiras e amigas da vida real. Contaram sobre mães bipolares, contaram sobre segredos íntimos, descobertas de problemas de saúde, falaram de raiva, ciúme, abandono, acolhimento, aconchego, sentimentos. 


Os posts estão todos reunidos neste link (clique aqui e relembre os textos sobre maternidade). Alguns exemplos:

O Filho que Não Pude Querer"Sem saber o que fazer, conversamos e decidimos que a solução seria um aborto. Tomei o remédio que me fez perder aquele filho, que hoje poderia ser um rapaz ou uma linda moça. Choramos muito, foram necessários meses até nos recuperarmos, nos tornamos cúmplices e mais unidos depois disso. Hoje, nosso sonho é ter um filho e simplesmente não consigo engravidar. Não sei se é castigo ou se ainda não é o momento. Já pedi perdão a Deus."

A Arte de Esperar: "Se por um lado a gestação é uma doce espera, o trâmite de um processo judicial nada tem de poético. É sofrido, é angustiante sem medida! Eu, que nunca quis tratamento para engravidar por medo de não aguentar a ansiedade da espera, me encontro tendo que conviver com dias intermináveis aguardando um desfecho de processo. Apesar de tudo, não perco a esperança e a fé de que o melhor acontecerá."


Eu não gosto da minha mãe"Não gosto de minha mãe. Sim, sei, é chocante, mas contra fatos não há argumentos. Desde sempre tenho lembranças pouco amorosas sobre esta mulher, exceto pelas de minha primeira infância. As poucas lembranças boas que tenho é de quando era muito pequenina e tinha vontade de ficar deitada em seu colo e de um único dia que chorei quando ela saiu para trabalhar, mais algumas vezes e... só isso."


*

bolsa que ganhei da amiga Jussara Xavier, Palavras Vagabundas


No fundo, todas nós temos um pedacinho de cada história dessas, fazendo um mosaico das nossas vidas como se faz uma bolsa de retalhos. Cores vibrantes ou cores mais tristes, combinando ou descombinando, cada pedacinho compõe o nosso todo, e uma nunca é igual à outra, assim como vemos na imagem que fiz da minha bolsa...


Você tem uma história para contar? Escreva que eu posto aqui. Envie seu texto para fernandareali@gmail.com e diga que autoriza a sua publicação. Informe se prefere ter seu nome e imagem publicados, ou se deseja sigilo absoluto.



19 comentários:

Eli Martins postou o comentário número:

Muito, muito bacana.
Tenho certeza que sairão textos lindos.
Eu sou neta, mas falaria de outra avó, a minha mãe e como ela mudou depois que se tornou vovó.
Bjs

sonia postou o comentário número:

Histórias lindas, outras tristes mas a maternidade é sempre um rico tema. Não me ocorre nenhuma história no momento mas adorei ler as que postaste.
Abraço!
Sonia

♥Entre, a casa é minha! por: Monalisa Melo postou o comentário número:

Gostaria de participar, vou elaborar um texto falando da avó dos meus filhos. Não sei se vou conseguir, mas vou tentar. Linda sua iniciativa Fernanda.
Beijinhos querida.
Mona...*

Lola postou o comentário número:

Eu tenho uma história pra contar como neta. Vou mandar! rsrsrs
Bjs

ANA PAULA ROCHA DE ALMEIDA postou o comentário número:

ADORO SEU BLOG, E O POST É UMA LINDA HOMENAGEM
BJOS
http://art-fashionjf.blogspot.com.br/

Carmen Ferreira postou o comentário número:

Puxa Fernanda
Acho que isso vai fazer emocionar a todos nós...quem sabe participo...
Um grande bjo

ANA LÚCIA postou o comentário número:

Pena que não tenho nenhuma história. Não conheço nenhuma avó e nem cheguei a conhecer as minhas. Triste... A ideia é ótima!
Bjs,
Ana

Adriana Balreira postou o comentário número:

Fer,
Amei esse ano! Falar sobre avó é sempre tão gostoso! Vou fazer o seguinte, vou escrever minha história e vc decide se coloca ou não. Pois é história de vo e neta normal! :)
Beijos
adriana

Renata postou o comentário número:

Oi Fer!

Que legal, aposto que vai ter muita estória boa e que vou chorar! Eu até cheguei a conhecer minhas avós, mas será que dou conta de contar algo?

Beijos, Renata
palpitandoemtudo

Telma Maciel postou o comentário número:

Ai, Fernanda... vai ser mais uma etapa linda e emocionante, né? Posso contar das 3 avós? Minhas duas e a da Sofia? Pode, pode? rs
Beijo

Cláudia Pinto postou o comentário número:

Ah, vai ser lindo. Histórias da vida real são emocionantes.

beijos

Vera Falcão postou o comentário número:

Amei a ideia, mandei e-mail pra ti, ok? Beijo!

Luciana. postou o comentário número:

Oi Fê! Achei muito legal e já te mandei um e-mail, espero que goste.
Bjos, Lú.

Kellen Bittencourt postou o comentário número:

Oii Fernanda, que legal seu projeto, certamente muitas histórias emocionantes aparecerão por aqui, minha filha está com 18 anos e não há um só dia que eu não diga a ela Pelamor NÃO quero ser avó kkkk não nesta idade né ssrrs mãe de adolescente sofre viu! Bjoosss

Lúcia Soares postou o comentário número:

Fernanda, que ideia boa! Ser avó é muito, muito bom. Vou participar, com prazer.
Beijo!

Pandora postou o comentário número:

Apesar de não ser frequente aqui em leituras e comentários, devo ser uma de suas leitoras de ocasião Fernanda, acompanhei cada post daquela sequencia de posts sobre dias das mães não comercial e achei uma das coisas mais genias que vi na blogosfera... Sem melação e com verdade. Os historiadores dizem que as ideias são construções históricas as vezes até arbitrarias a ideia de mãe que a gente tem, que parece ter saído de um comercial de margarina, também é arbitrária e o mesmo serve para as avós.

Minhas avós não tem nada de Dona Benta, não foram as avozinhas nhem nhem nhem que eu em minha imaginação infantil queria ter, mas hoje contemplo o passado e vejo que elas foram e são exatamente o melhor que podiam e podem ser e me ensinaram o que consideravam ser o melhor para mim.

Vou acompanhar esses posts de perto.
Parabéns pela ideia \o/

*** Sandrinha *** postou o comentário número:

Textos de emocionar!!!
Que pena eu não sei o que é ter avó,pois a mãe de meu pai morreu ele era jovem e a mãe de minha mãe morreu quando eu tinha 4 aninhos ,então muito vagamente lembro dela .

Má! postou o comentário número:

Oii Fernanda!
adorei essa iniciativa, tenho uma historia bacana com minhas duas avós e pretendo compartilhar!
Bjo Bjo

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