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sexta-feira, 10 de junho de 2016

Namorados: Seu castelo ou Sua prisão?





Sobre o "Dia dos Namorados", todo dia é dia.

Ame-se bastante para sobrar amor para os outros.

Exerça seu amor, pois contê-lo o abafa, e ele fenece.

Fique atento às pequenas coisas, pois como você vê na arte de Vik Muniz, o belo pode se formar a partir de pequenos itens irrelevantes.



Vik Muniz cria quadros imensos a partir de lixo, comida, folhas, pedras...
Saiba mais sobre o trabalho dele aqui.




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Trecho de um post de 2012 sobre o Dia dos Namorados:


Com as mesmas pedras que você constrói um castelo, você constrói uma prisão. Só depende de você. (Roberto Shinyashiki). 


O amor começa, o amor acaba, as pessoas esperam um amor, ou as pessoas vão atrás do seu amor, as pessoas se juntam, ou as pessoas se separam, enfim, há inúmeras situações, mas em todas elas essa simples frase se aplica, por isso eu digo: se concentre em construir um bom castelo.

Você está consciente da sua construção? Você percebe como está usando as pedras no seu dia a dia? Já parou para pensar nisso?

Ponho um video com música de amor para terminar este post, porque hoje é Dia dos Namorados e porque o meu amor adora Sting:



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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Dia dos Namorados - Jogo de Cintura


As histórias de Dia dos Namorados e os depoimentos de Dia das Mães não terminaram. Acabei atrasando de propósito a publicação delas, pois havia outros assuntos planejados para o blog e não quis desorganizar muito as postagens.Portanto, fique atento para não perder nenhuma delas!

Hoje eu trago a história da Samara e do Diel, do blog Fazendo Festa com Arte. Um amor alegre e com muito jogo de cintura. Leia o que diz Samara:


"Nossa história é cômica, divertida. Eu e o Diel erámos colega de trabalho, eu de chefe dele. Após um dia de trabalho, fui dar carona a ele e passei mal dirigindo. Imagina a loucura disso aqui em Sampa. Ele precisou dirigir e me socorrer, mas a coisa era séria, estava tendo um derrame e precisava de UTI.

A recepção do hospital se recusou a fazer a internação porque éramos só amigos. Ele não tinha nenhum contato com ninguém da  minha família, sabia apenas coisas básica sobre mim. Para poder me internar no hospital, passou-se por namorado, noivo e esposo...

O médico da UTI o chamou, pois tinha que conversar, contar meu estado, entregar meus pertences, roupas, etc... Ele fez tudo isso e me deixou na cama do hospital  nuazinha,  e o médico lá conversando... Isso já era de madrugada e nada de minha mãe saber onde eu estava. Quando ela soube do ocorrido, colocou Diel para correr!!!

Fiquei mais de uma semana na UTI, depois fui tranferida para o quarto no hospital, sem telefone e nenhum contato dele.  Precisava agradecer, porque se ele não tivesse me socorrido, eu teria morrido!

Depois disso, nossa amizade se estreitou  e, um mês e pouco depois, já tendo recebido alta, ele me chamou para lanchar. Lá começou a cantar,  tocar violão, imagina a cena? No salão do Habib's´s cantando  minha namorada ... " do Vinícius de Moraes, mas eu não percebi a indireta (diretíssima) do NAMORADA.

Ao voltar pra casa, uma colega perguntou  quem ele era, se era meu namorado. E ele responde: estou a noite inteira cantando "Minha Namorada", pagando mico e ela nem se ligou!!! 


Nosso casamento também tem historinha: casamos no civil em uma cerimônia coletiva nas Casas Bahia e fomos assaltados. Fiz foto na delegacia! E o motel da lua-de-mel tinha gente na suíte, acredite... Para compensar, ganhamos a estadia da suíte presidencial, um luxo! Depois de tudo isso e mais um pouco, nosso amor cresce e somos muito felizes.  Com stress de todo casal, mas felizes!!!

Loja virtual da Samara
LEMBRA-ART PRODUÇÕES

Leia aqui todas as histórias de DIA DOS NAMORADOS




quarta-feira, 22 de junho de 2011

Dia dos Namorados - Na Escola do Amor

Recebi histórias variadas sobre namorados e elas vieram de diversos locais do Brasil. Não importa a região, a época, nós encontramos em cada relato o desejo de ser feliz. Uma coisa simples como ir à universidade pode reservar uma grande surpresa...

Elaine, do blog Casinha de Taipa, trouxe uma história de amizade que se transformou em amor. No seu perfil, ela se define assim: "Nordestina, Formada em História, pesquisadora de História do Pernambuco Colonial, e interessada em arquivologia, mas como toda dona de casa, apaixonada por decoração, artesanato, receitas e diversão." 


Leia o que Elaine contou:

Eu e meu esposo moramos no mesmo bairro desde que nascemos, mas só nos conhecemos na universidade que fica "do outro lado do mundo"! Uma semana antes, voltando no mesmo ônibus, já havia reparado nele, que praticamente "discutia" com um amigo defendendo seu ponto de vista. A princípio achei que ele era meio doido, mas deixei pra lá.

Na semana seguinte, voltamos os dois no mesmo ônibus, só que lado a lado. Estava cansada nesse dia (trabalhava no comércio na época, então imagine). Bocejei, sendo acompanhada por ele no bocejo. Olhamos um para o outro, rimos e ele veio com essa: - " bocejo é contagioso". Voltamos o caminho todinho conversando. 

Dias depois, eis que houve um apagão na universidade. Muita gente voltando pra casa na mesma hora, tudo escuro, e uma criatura boçal no meu pé. Encontrar meu futuro esposo naquele pandemônio foi um milagre.

Acabamos voltando juntos, mas dessa vez ele me acompanhou até em casa (mais ainda não foi nesse dia). Nos dias seguintes, apenas nos falamos nos corredores da universidade. Até que. certo dia, voltando para casa sozinha, eu o encontrei me esperando na parada de ônibus em que eu descia. Ele me abraçou forte e manteve meu braço colado ao dele. Mais uma vez, ele me acompanhou até em casa, mas não sem antes me "imprensar" num muro e.... nisso já se vão 8 anos juntos, sendo 3 de casados.

Brigas, tivemos! Crises também! Embora o espaço de tempo entre nos conhecermos e começarmos a namorar não tenha sido maior que dois meses, rapidamente nos tornamos amigos. E acho que é essa amizade e companheirismo que fundamenta nossa relação, que a mantém tão sólida. Por conta disso, sempre há diálogo e é lógico muito amor!


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dia dos Namorados - Um amor à distância


Ontem no twitter estávamos falando sobre amor à distãncia e algumas amigas relataram suas experiências. Logo lembrei desta história de amor que recebi da Alline Klauck, que mora em Foz do Iguaçu no Paraná. Aline é dona do blog A Cara da Riqueza e achou seu amor lá na Bahia.  Leia o que Aline contou:

"Eu e Lucas nos conhecemos no final do ano de 2005 na cidade de Cotegipe Bahia - cidade onde minha avó e pais dele moram. Lucas estava morando em Fortaleza e eu em Foz do Iguaçu, fomos cada qual visitar a sua família.

Na época eu tinha namorado. Lucas era o galã ... já sabe né? cidade pequena, todo mundo se conhece, enfim... Passeando na praça, vi um rapaz lindo, que chamou minha atenção.Perguntei para minha prima quem era. Ela me disse que era Lucas, filho do dono da farmácia. Morri de amores.



Fiquei com o pensamento nele e, com o passar dos dias, nos conhecemos, marcamos um encontro  e "ficamos" algumas poucas vezes. Eu tinha apenas 15 anos, minha mãe não sabia de nada e era tudo muito escondido! 

Quando chegou o dia da volta para Foz, despedida, fiquei achando que ia morrer, típico de adolescente. Nem lembrava mais do namorado que havia deixado para trás. Na cabeça, apenas a música do Chiclete com Banana, que era a parada da época: Valeu, foi bom, Adeus...

Ao chegar em Foz, terminei tudo o que havia por aqui e ficava dia e noite ouvindo musica que me lembrava dele, nos falavamos por telefone, o contato era escasso. Um dia ele me liga dizendo que estava chegando em Foz. Tive um ataque! Quando ele chegou em Foz, eu o odiei! Achei-o grosso,   metido..e todos adjetivos que possa se odiar em um homem. Ele foi embora e ficamos um bommmm tempo sem nos falar. Nunca mais lembrei dele.

Tempos depois, entro no orkut e lá está a carinha dele me adicionando. Fiquei uns 50 minutos pensando se o aceitava ou não e eu nem sabia que aquela decisão poderia mudar TODA MINHA VIDA! Por fim, aceitei, voltamos a conversar, ele já morava em Salvador, já fazia faculdade, eu não era mais tão novinha... 

Começamos a namorar pela internet. e nos vimos pessoalmente muito tempo depois. Gostei dele, me apaixonei! Era telefone, e-mail, orkut, msn ..chegamos a ficar 12 hrs ou mais no computador! Viagens minhas para Salvador e dele pra Foz algumas vezes por ano. Entre idas e vindas, vivemos juntos muitas aventuras durante, saudade, lágrimas, reencontros e despedidas.

Quando ele terminou sua graduação, veio morar em Foz do Iguaçu - na minha casa... É... EU TENHO PAIS MODERNOS. Minha familia toda ama Lucas, e eu mais ainda. Hoje jamais imaginaria minha vida sem a ele Já temos 5 anos de namoro, estou noiva e doida para casar!

Posso dizer que só quem ama de verdade supera a distância, a solidão e a tristeza de se estar junto e só ao mesmo tempo Nós costumavamos dizer que existia muito casal que vive junto e que não tinham emoções tão intensas e nem eram tão ligados como nós dois, separados por tantos quilômetros. Só quem ama de verdade reconhece o verdadeiro amor!

*

Recebi lindas histórias de amor e as publicarei mesmo já tendo passado o Dia dos Namorados, afinal, todo hora é hora para o AMOR. Venha se divertir e se emocionar com a gente!




segunda-feira, 13 de junho de 2011

Dia dos Namorados - Na Cama...

Minha amiga Clau, idealizadora do blog da Dieta Coletiva, vai contar a sua história do Dia dos Namorados. Por este motivo, hoje não teremos post da seção Dieta Coletiva aqui. Clau queria passar a lua de mel todinha na cama e conseguiu, mas não foi do jeitinho que ela tinha imaginado!

Relato da @ClauFinotti:

"Desde o namoro até bem pouco tempo, eu e o marido sempre moramos em casas separadas, em cidades diferentes. Isso rendeu muito apavoramento e pressa, e no nosso casamento não foi diferente: tínhamos que aproveitar a minha licença no trabalho/férias para casar e fazer tudo que era preciso naquela época. Ele tinha que fazer cirurgia de vesícula e eu uma cirurgia plástica de redução de mamas, que já esperava fazia tempo. Marcamos tudo ao mesmo tempo: minha consulta, casamento, cirurgia dele e minha cirurgia.

No dia do casamento, acordamos, fomos ao meu médico para marcar a cirurgia e de lá iríamos ao cartório. Eu casei só no civil, seria demais ir consultar de noiva, né? Eu fui de terninho sóbrio mesmo. A consulta atrasou um pouco e tivemos que apressar o médico dizendo que iríamos ainda nos casar naquela manhã. Ele riu e disse que nunca tinha visto aquilo. Chegamos um pouco atrasados, mas os outros casamento tinham atrasado antes do nosso, então não tivemos problemas.

Nos casamos numa sexta e na terça era a cirurgia dele. Lá fomos nós ao hospital. A previsão era de um procedimento menos invasivo e simples, mas acabou sendo preciso fazer um corte abdominal. Imagina euzinha, que nunca tinha tirado um dente siso sequer, acompanhando recém marido no hospital num pós operatório que mais parecia o filme "O Exorcista". A cada sessão de vômitos gastava um lençol inteiro.

No sábado, voltamos da nossa "lua de mel hospitalar" e na terça feira já era minha cirurgia. Neste momento, ele nem tinha como cuidar de mim no meu pós operatório, então chamamos minha prima para nos ajudar. Onze dias depois do casamento estava eu lá operada, de peitos novos e de repouso mais que absoluto. Nos meus retornos médicos era até engraçado ver os dois subindo as escadas parecendo que tínhamos ambos feito uma cesariana.

Tudo isso nos rendeu muitas risadas em família. Não tivemos muito glamour na lua de mel, isso é fato, mas amor temos bastante até hoje."








sexta-feira, 10 de junho de 2011

Dia dos Namorados: Vejo Flores em Você

Recebi este e-mail FOFO do marido da @PatriciaDaltro, minha amiga, artesã da loja Bichos de Pano, e escritora, dona do blog A Vida Sem Manual. Sinta a delicadeza desta história e veja porque Pat fala que seu marido é seu grande amor...

"Fernanda, boa noite.

Você não me conhece, mas sou Marcelo, marido da Patricia, e vi no seu blog que você está postando histórias românticas para o Dia dos Namorados, e eu gostaria de fazer uma surpresa para Patricia.

Ficaria feliz se pudesse publicar esta história que estou lhe enviando.

Marcelo Daltro




Um girassol no Metrô

"Eu e Patrícia estamos juntos a 12 anos, destes 10 anos de casado. Desta união nasceu Daniel, nossa grande paixão. Nós vivemos inúmeras histórias. Desde as mais insólitas, como correr juntos de mãos dadas da repressão policial em pleno Centro do RJ, em uma passeata estudantil; engraçadas, como ao fazer o ritual de pegar a noiva no colo para entrar em casa, e empurrar a porta com os pés, ela retornar e bater na nossa cara, devido a uma rajada de vento (um detalhe a mais, nos casamos no dia 12/09/2001, um dia depois do ataque ao World Trade Center); felizes, que vivemos no dia a dia, nas pequenas e grandes coisas; às mais dramáticas, como as crises financeiras e algumas vezes de saúde que passamos, mas que graças a Deus, vamos superando aos trancos e barrancos. 

A história que vou contar é sobre um presente muito especial. Patricia é apaixonada por girassóis, e neste dia eu resolvi fazer uma surpresa. Tínhamos nos mudado há pouco para casa que moramos hoje e eu trabalhava na Tijuca. Passando pela Rua das Flores, próxima a Praça Saens Pena, eu vi um girassol, pensei em fazer uma surpresa e comprei. 

Daí nada de mais, o problema era à volta para casa. Eu ia e voltava de metrô e, na época, a transferência entre as linhas 1 e 2 era feita na estação Estácio. Quem anda de metrô no horário de pico, sabe do que estou falando.

A transferência em horário de rush na Estácio, era algo tão absurdo que em alguns momentos você tinha que esperar o metrô na escada de acesso a plataforma, porque não tinha como chegar perto do
trem. E este era um destes dias. 

Agora, imaginem, o metrô lotado e um cidadão entrando com um girassol de quase 1m (contando o vaso), as pessoas se espremendo de tão cheio que estava a composição, a sorte foi que consegui um lugar em um canto. 

Não tinha um que não olhasse, as reações nos rostos das pessoas eram as mais variadas, desde a total indiferença, expressões do tipo "que maluco" ou mesmo admiradas e até mesmo pequenos sorrisos.

Eu, com uma cara de bobo, só esperando ver a expressão de surpresa dela quando eu chegasse. Por incrível que pareça, o girassol chegou intacto e a expressão de felicidade no rosto da Patricia fez valer
toda esta aventura."




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Veja aqui um post amoroso que a Pat escreveu sobre seu marido no ano passado.



Se você tem uma historinha de Dia dos Namorados,
envie para fernandareali@gmail.com e eu publicarei aqui.

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quinta-feira, 9 de junho de 2011

Dia dos Namorados: Namorando na Escada


Conversando com a Elis, @coisasdelily, ela me disse: -"Deixa eu te contar uma história que nao é romântica, mas é engraçada".

"Eu ainda era solteira e toda noite quando marido/noivo ia me visitar a gente passava horas namorando na escada (quem nunca namorou na escada que atire a primeira pedra!).



Numa noite eu estava sentada num degrau e ele em pé e a gente conversando (Juro!! nesse dia era só conversa! rsrs). De repente ele olha pra trás de mim e rola o seguinte diálogo:

- É melhor vc se levantar.
- Por que?
- Porque tem um bicho estranho vindo na sua direção.

Eu dei um pulo e, claro, olhei pra trás pra ver o tal bicho esquisito que até hoje não sei o que era. Sei que tinha muitas pernas,era enorme e branco, acho que era uma lacraia albina. E num surto de desespero, e com o pavor de pensar que aquele bicho poderia ter encostado em mim, eu comecei a gritar:

-Tira, tira! Por favor! É enorme, Paulinho!!! Eu nunca tinha visto um desses branco!!!

Ele cruzou os braços e disse:

- Ótimo! Obrigado! Agora é que os vizinhos vão me olhar mais esquisito do que já olham.

Na hora eu nao entendi nada e só depois entendi que o que falei ficou meio esquisito. E, de fato, os vizinhos passaram a olhar a gente meio estranho".   :)

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Viu como eu tenho amigas doidas? ahaha
Se você tem uma historinha romântica de Dia dos Namorados, 
envie para fernandareali@gmail.com e publicarei aqui.


Dia dos Namorados - Amor Guloso ATUALIZADO

Fiquei sabendo desta história pela própria protagonista, a minha amiga @Flavinha_Motta, do blog Cheia de Coisinha. Flavia é uma gulosa assumida e eu morri de rir quando ela me contou seu caso de amor... com o Mc Lanche! Leia:



"Tudo começou por causa de uma mega chuva que caiu no dia, logo após a cerimônia do nosso casamento. Chovia muito,  então desistimos de fazer as fotos externas e resolvemos fotografar apenas no local da recepção. Com a chuva,  saímos da igreja direto para o carro e seguimos para a festa.


Ao estacionar, percebemos que os convidados ainda não tinham chegado. Pensamos: o que fazer pra passar o tempo? Eis que Nand, meu marido resmunga: Tô com uma fomeeee (novidade!). Resolvemos passar pelo Mc Donalds, que era pertinho, e fazer uma "boquinha".


Claro que não entrei, fizemos o pedido pelo drive-thru. A mocinha do caixa percebeu meus "trajes", completamente vestida de noiva, e ficou de boca aberta olhando pra minha cara. E eu nem aí! 

Fiz meu pedido:  um Big Tasty (marido ficou com o sanduiche e eu com as batatinhas), paguei a conta, comemos no estacionamento. 





Subornamos o motorista pra não contar para o pai do Nando que estavamos comendo dentro do carro dele (ele odeia!) Depois, fomos curtir nossa festa, com a pancinha forrada.


Esta  foto não é pose não, eu tava procurando a carteira na bolsa!"



Se você tem uma história romântica para contar, envie para fernandareali@gmail.com e vou publicá-la para ilustrar o Dia dos Namorados. 
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09h atualizado com comentário da NOIVA


Ate eu dou risada dessa historia! Mas respondendo a algumas questoes?: Não é amor ao MC Donalds (ate pq nao gosto mto!) é falta do que fazer em meio a uma enchente, kkkk!!!! Não sujei meu vestidinho lindo, so comi batatinha justamente com medo de fazer caquinha, rss!!!! E realmente na festa nao tivemo tempo de comer nada, nossa sorte foi esse MC Lanche, so comi quando todos convidados foram embora, que pedi um pedaço de bolo... 


Que bom que gostaram da minha história, bjssss



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