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segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Como você é você?



Como você é você? Eu te fiz essa pergunta porque pergunto a mim todos os dias. Eu não sou a mesma "fernanda" do último post, nem a mesma da semana passada. Isso é bom e é ruim, pois causa espanto e desconforto em quem nos rodeia. Pense e me responda: 

Como você tem sido você?



Hoje, tenho mais música e mais alegria nos meus dias. Tudo tem sido feito normalmente na rotina, mas permeando com uma atitude positiva planejada. Penso, planejo e faço: como posso distribuir algo de bom hoje para o mundo? E para mim, quais os prazeres vou me dar? Todos os dias vou me dar mais cor e mais música.




Nesta jornada em busca de dias musicais e coloridos, meu marido continua sendo meu companheiro de caminhada, de praia, de samba, de exposição de arte, de leitura, de dança, de tudo. Eu tenho um amor intenso por ele, o meu parceiro de vida, meu namorado de sempre.





Que tempos são esses, pergunta o cartaz com o rosto de Bertold Brecht. São tempos obscuros no Brasil, tempos de golpe na democracia, tempos de retrocesso. Por isso, e por muito mais, a gente resiste com a arte, a música, a fotografia, o amor. 




Olhe ao redor, olhe demoradamente onde houver cor.




O inverno no Rio de Janeiro está frio, 
mas dentro de mim só faz sol.



Como você vai ser é fruto não só do acaso, mas de como você quer ser, de como quer ver, de como vai resistir. Você é uma construção diária. Conserve-se, mas se use, se jogue. Seja mais você.



Depois de muitos meses, trouxe
 pequeno post. Escrevo diariamente no Instagram, pela praticidade, e deixo o blog de lado. Muito obrigada se você chegou aqui para ler algo.



Post que faz parte da blogagem coletiva da Elaine Gaspareto 



sábado, 24 de fevereiro de 2018

As Rosas não Falam



Passei mês de fevereiro com um olhar mais poético e alegre, mais leve e florido. Flores naturais novas na varanda, flores novas no terraço, e flores artificiais na decoração das roupas de carnaval.

Comprei guirlandas de flores de tecido, de E.V.A. e de papel, todas muito simples, delicadas e baratinhas, menos de R$ 5,00 cada. Usei-as das mais variadas formas. Aqui, elas enfeitaram o jogo de xícaras que dei de presente para a amiga Cláudia Chede, em retribuição a um livro ótimo que ela me presenteou.



As rosas de tecido foram enfeitar as xícaras que dei para a Chris Inventando com a Mamãe. Queria ter plantado suculentas, mas não consegui, então as rosinhas foram a outra opção. 



As rosas azuis alegraram a minha canequinha de kokeshi. Isso me traz alegria, exatamente como aprendi no livro da Marie Kondo.



Voltei a gostar de carnaval, não de desfiles na avenida, mas dos blocos de rua. Aproveitamos cada minuto, fomos a nove blocos e a três bailinhos. Usei roupas comuns, que customizei com fitas, flores e brilhos.



Chamei esta fantasia de "As Rosas Não Falam", em homenagem à música de Cartola. Fiz também brincos, pulseiras e anel de rosas.



Para combinar com o clima do carnaval, usei esmalte cor Sensualizando.



Reutilizando uma sobra de papel, faça uma dobradura de flor. Reutilizando uma flor de pano, faça um enfeite de cabelos. Um novo olhar sobre cada detalhe pode trazer mais colorido ao seu dia a dia.

Post que faz parte da blogagem coletiva da Elaine Gaspareto propondo um novo OLHAR



terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

A Parte que Falta





Eu li o livro A Parte que Falta há anos, reli, amo, recomendo. Hoje, lembrei dele ao ver o post da Jout Jout contando a historinha. 




É um texto simples e de enorme significado. Um desenho, que é apenas uma linha, vai se transformando a cada página, se completando e se reinventando, conforme as perdas e os ganhos de sua vida. É só um desenho, mas vai fazer a gente olhar diferente para muitas coisas da nossa própria vida.


Clique na imagem e veja o video da Jout Jout. 

Obrigada, Jout Jout. Sempre maravilhosa!




Há cerca de cinco anos, postei sobre outro livro deste mesmo autor, Shel Silverstein, maravilhoso também. Veja:


Livro A Árvore Generosa


Resumo
A ÁRVORE GENEROSA - UMA APRENDIZAGEM DO AFETO
"Este é o título mais conhecido de Shel Silverstein. O clássico de 1964 comoveu gerações com a história do amor entre uma árvore e um menino. A capa - em preto-e-branco nos outros livros do autor - aqui é colorida em dois tons de verde, nos dando logo uma pista da importância do caráter ecológico da fábula.
A árvore é a amiga amorosa que dá tudo ao menino: suas folhas, seus frutos, sua sombra. O menino também ama a árvore, a grande companheira de todos os dias: sobe em seu tronco, se pendura nos galhos, brinca de esconde-esconde. Até que vai crescendo, se torna adolescente, depois adulto. E, pouco a pouco, deixa a amiga de lado.


"Estou grande demais para brincar", diz o menino, que então precisa de dinheiro para comprar "muitas coisas". A árvore fornece suas maçãs, para o jovem vender. Depois seus galhos, para o homem construir sua casa. E a história acompanha o passar do tempo até a velhice do homem - que até o fim, já bem velho e cansado, ainda é chamado de menino pela árvore.
Em primeiro plano, uma lição de consciência ecológica: o homem pequeno, mesquinho, frente à generosidade e a força da natureza. No entanto, a dinâmica que vemos entre o menino e a árvore fala também da passagem do tempo e dos valores que são reavaliados com ela. A árvore ensina, por meio do afeto, uma relação de troca sincera e desinteressada - essa que o homem parece desaprender nas exigências da vida adulta."

Espero que você o leia e que propague esta história, repleta de solidariedade, de amor, falando de ecologia, de bons princípios. Este livro nos faz bem e é um ótimo presente para adultos e crianças. Não é uma historinha tatibitati, não é um melodrama, não tem blablablá. São poucas palavras e belas imagens.

Ler é bom, mas reler é ainda melhor. A gente acrescenta mais experiência e memória aos conteúdos absorvidos.


Post que faz parte da blogagem coletiva da Elaine Gaspareto propondo um novo OLHAR



quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Fim de um ciclo, começo de outro

O ano de 2017 terminou, e eu não fiz um fechamento das postagens, mas vim aqui fazer um post de agradecimento aos leitores e comentaristas. Muito obrigada, amigos virtuais! Todos temos tristezas e alegrias, todos temos o que contar. Obrigada a quem veio ler, apoiar, compartilhar. Se eu fosse contar tudo o que passei em 2017, este blog passaria a se chamar Sessão de Terapia.




No fim de 2017, não vim postar as comidas, nem mostrar a decoração de Natal, nem fiz as proposições de "Feliz Ano-Novo". Não decorei a casa, apenas pus algumas luzinhas. A única coisa que fiz questão de colorir foram as unhas. Usei vários vermelhos em Dezembro, e este "Toque de Ira" foi o mais bonito.



Experimentei tantas coisas desde Outubro, mas tantas, que nem eu acredito. Viagem, passeio, show, leitura, cinema, enfim, tive dias repletos. 

Tenho postado tudo no Instagram instagram @fernandareali  (me diga qual sua @ para eu segui-lo).

Quero agradecer a você, que vem aqui, ler ou comentar.
Quero agradecer à Elaine Gaspareto, que cuida do meu blog e propõe as blogagens coletivas, agregando bons sentimentos.

Sou grata por ter participado diversas vezes do painel #52semanasdegratidão e vou participar dos painéis sobre um novo olhar. No próximo post, vou começar. O que você vê e pode ser revisto com novos olhos, com um novo olhar? Pense. Bisbilhote como funciona clicando aqui.

Fim da blogagem coletiva de 2017


No próximo post, seja bem vindo a um novo OLHAR



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